Hiroshima, na ilha de Honshu sul do Japão, cidade que foi destruída pela bomba atômica, hoje é moderna e com muito verde. Não pode faltar no seu roteiro! Veja todas as dicas!
Onde ficar
Me hospedei no Sotetsu Grand Fresa Hiroshima.
Super bem localizado, quarto ok, preço justo para o Japão onde tudo é super caro. Na entrada do Hotel fui recepcionada por um robô.
Vista do café da manhã:
O que fazer
Memorial da paz – Domo da Bomba Atômica
A cidade foi praticamente toda destruída pela bomba atômica na Segunda Guerra Mundial. Hoje, o Parque Memorial da Paz de Hiroshima relembra essa tragédia de 1945 e abriga as ruínas do Domo Genbaku, um dos poucos prédios que ficaram de pé. Senti uma atmosfera pesada, estive lá bem no dia que a Coreia do Norte disparou bombas no mar do Japão, então o clima estava um pouco tenso com testes de toque de recolher por toda a cidade, em um lugar que tinha tanto ouvido falar nas aulas de História, foi bem impactante.
Chamas da Paz
Quase ao lado do Domo Genbaku está o monumento Chamas da paz, uma tocha que permanecerá acessa até que todas as armas nucleares do planeta sejam destruídas. Espero um dia vê-la apagada.
Saindo de lá, pulei visitar o Museu da Bomba Atômica, achei que seria muito pesado e o dia estava lindo, então caminhei pelo parque e estava rolando uma excursão de alunos fazendo várias atividades ao ar livre. Fiquei observando, mais uma vez, fascinada com a civilidade dos japoneses.

Aluguei uma bike e fui para o Castelo, que é bem pertinho, cheguei em 10min. Mas tenha muito atenção quando pedalar, é mão inglesa – keep left!
Castelo de Hiroshima
O Castelo de Hiroshima-jo foi construído em 1589 por Mori Terumoto, um lorde de guerra. A torre do castelo desintegrou-se com a bomba atômica, mas o exterior foi restaurado em 1958, 400 anos depois da sua construção original. O castelo foi renovado em 1989 e atualmente é o museu de história com a cultura samurai como tema. Estava fechado, não pude visitar o museu mas valeu a pena pelo templo que tem ao lado.
Usina de Incineração de Naka
Uma usina, à beira mar, de processamento de lixo – se procura um programa diferente e curte mega construções, visite a impressionante obra projetada por Taniguchi Yoshio, responsável também por nada menos que o MoMA de NY!
Clique aqui para ver mais informações.
Não tem que pagar e não tinha ninguém, visitei todo o interior e fui embora, é meio fora de mão do centro, era a última para do ônibus.
Ilha de Miyajima
Dá para ir com o JRPass (nesse post falo mais sobre ele) – JR Sanyo line sentido Iwakuni.
Simplesmente imperdível, tem ferry de 30 em 30min, dá para comprar na hora é super organizado.
O que fazer na Ilha de Miyajima
Templo Itsuku-shima Jinja
O grande diferencial desse templo é que ele é cercado pelo mar, você caminha por decks de madeira e tem o tom alaranjado e não vermelho como a maioria. Não esqueça no final de levar um Goshuin, um dos mais bonitos que vi no Japão – no post sobre Tóquio eu falo do Goshuin – Tóquio – O que visitar
Esperei o pôr do sol com uma Kirin, fiz um amigo “bambi” ou cervo e fiquei tentando tirar uma foto com menos gente rsrs…. um belo desafio, estava lotado!
Lá você vai tirar a famosa foto do Tori no mar, dependendo da maré na verdade, no dia que visitei a maré baixou e o templo estava na areia. O Tori é gigante e também alaranjado, LINDO, chega a arrepiar. Vá no fim do dia ver o pôr do sol e pegue o ultimo ferry para voltar, às 17:30h.
Quer ver mais ? Vai lá no insta @elas_mundo_afora que tem um stories com tudo!
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